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Direito Jus
Notícia ·
há 9 anos
Usucapião conjugal
Um parceiro que abandona por muito tempo o cônjuge, o lar e os filhos não tem direito à partilha de bens do casal. O imóvel que pertenceu ao casal passa a ser de quem o ocupava, por usucapião. Assim...
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Direito Jus
Notícia ·
há 9 anos
Empresa de vigilância terá de indenizar criança atingida por bala perdida
"R$ 20 mil foi o valor arbitrado à título de danos morais à uma menor que foi atingida por um tiro de escopeta calibre 12. R$ 15 mil foi o valor recebido por desembargador do Tribunal por não ter...
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Direito Jus
Notícia ·
há 9 anos
Penalidade trabalhista
Um empregado que recebeu a pena de advertência ou mesmo suspensão por ter incorrido em uma falta não pode ser, depois, dispensado por justa causa, porque a empresa considerou que a penalidade havia...
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Direito Jus
Comentário ·
há 9 anos
Avalista de nota promissória chamado a pagar danos morais em ação de Rescisão Contratual, pode?
Direito Jus
·
há 9 anos
Olá, Marcel! No caso analisado, não, mas ainda que tivesse o avalista seguiria sendo parte ilegítima para ser chamado a pagar danos morais.
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Leonardo Henrique dos Santos Morais
Notícia ·
há 9 anos
Vínculo em rede social não caracteriza amizade íntima capaz de desqualificar testemunha
Vínculo em redes sociais não caracteriza amizade íntima capaz de desqualificar testemunha. Com esse entendimento, a 4ª turma do TRT da 3ª região negou provimento ao recurso de uma empresa agrícola...
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Roberto Carlos Melgarejo de Vargas
Comentário ·
há 9 anos
Advogados são condenados por aceitarem ação trabalhista mentirosa
Vanessa Franklin
·
há 9 anos
Independentemente da "astúcia" dos advogados, a nobre magistrada nao tem competencia para punir os advogados, nesse sentido o próprio Supremo Tribunal Federal já teve a oportunidade em afastar a condenação por litigância de má-fé imposta a advogados no julgamento da ADI 2.652/DF; iii) também o Superior Tribunal de Justiça já revisou decisões de tal jaez, ocasiões nas quais prevaleceu o entendimento de que a legislação processual não admite condenações por litigância de má-fé aplicadas a advogados (EDcl no AgRg no AREsp 6311/SP, REsp 1.247.820/AL,[1] REsp 1.194.683/MG, AgRg nos EDcl no Ag 918228/RS, REsp 1.173.848/RS[2]); iv) o Tribunal Regional do Trabalho da 18a. Região condenou advogado à litigância de má-fé sob o argumento de que teria alterado a verdade dos fatos, decisão que contudo foi revista pelo Tribunal Superior do Trabalho (RR-1060-75.2010.5.18.0181).
Frente a insistência de alguns setores da jurisprudência em adotar a tese referida, é papel da doutrina doutrinar,[3] vale dizer, cabe a ela revisitar o tema sempre que necessário a fim de exercer seu papel de constrangimento epistemológico (Lenio Streck) e colaborar para o afastamento definitivo dessas manifestações judiciais autoritárias.
Pela motivação das decisões que seguem a linha ora questionada verifica-se a tentativa de fazer vingar, contrariamente ao direito positivo, a legitimidade do uso do poder jurisdicional para penalizar advogados que, no exercício de sua atividade profissional, assumem, na visão subjetiva do juiz, postura atentatória à dignidade da jurisdição.
Portanto, não é exagero algum afirmar que condenações de tal natureza traduzem-se em atos estatais despóticos, especialmente por contrariar de maneira frontal o regime constitucional, disparatadas que são com os parâmetros normativos que alicerçam o Estado Democrático de Direito. É o arbítrio seu fundamento maior, já que direcionadas a punir advogados em atropelo às suas prerrogativas profissionais,[11] talhadas precisamente para permitir a eles o livre exercício do seu ofício.
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Daniel Ortega
Comentário ·
há 9 anos
Advogados são condenados por aceitarem ação trabalhista mentirosa
Vanessa Franklin
·
há 9 anos
Parabéns! Único comentario técnico jurídico. Advogado não é parte do processo. Se agiu ou não com má-fé, isso deve ser apurado pela OAB ou em ação propria, sempre garantido o devido processo legal.
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